O vídeo que ilustra esta postagem, mostra de forma caricata a paixão (ou o vício!!) por alguma coisa, no caso a cerveja. A "paixão" envolve totalmente o indivíduo, que focaliza todas as suas energias no "ente amado". O ambiente, o que está a sua volta, o que está acontecendo, pouco ou muito pouco importa.
O vídeo exagera na paixão e no foco do apaixonado, mas se filtrarmos a informação, veremos que muitas vezes, diariamente, fazemos que nem o câmera do vídeo: deixamos a onda nos levar... Que tenhamos "copos" e "salva-vidas" para todos!!
Obrigado pelo envio do vídeo, Eliane! Mas ainda não sei o porquê dos meus entes queridos me enviarem material sobre cerveja!! Por que será, hein?
sábado, 31 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Brownie (Pão, Bolos e Cia)
De vez em quando me aventuro pelo mundo dos doces... e aqui seguem os relatos da aventura.
A receita original “Brownies” é do blog Pão, Bolos e Cia, um blog de um inspirado português, que possui uma infinidade de receitas e dicas maravilhosas. E esta não é diferente! A receita original é a seguinte:
"INGREDIENTES
200g de manteiga quando
100g de chocolate de leite
100g de chocolate negro
200g de açúcar branco ou amarelo
100g de açúcar mascavado claro
100g de açúcar mascavado escuro
4 ovos
1 colher (chá) de extracto de baunilha
1 colher (café) de sal
1 colher (sopa) de cacau em pó
200g de farinha sem fermento
100g de nozes ou nozes pecãs grosseiramente partidas"
A receita original “Brownies” é do blog Pão, Bolos e Cia, um blog de um inspirado português, que possui uma infinidade de receitas e dicas maravilhosas. E esta não é diferente! A receita original é a seguinte:
"INGREDIENTES
200g de manteiga quando
100g de chocolate de leite
100g de chocolate negro
200g de açúcar branco ou amarelo
100g de açúcar mascavado claro
100g de açúcar mascavado escuro
4 ovos
1 colher (chá) de extracto de baunilha
1 colher (café) de sal
1 colher (sopa) de cacau em pó
200g de farinha sem fermento
100g de nozes ou nozes pecãs grosseiramente partidas"
Lendo os ingredientes da receita original, podemos mentalizar cada um deles, fazendo uma tradução apressada para o português “brasileiro”.
Aparentemente, parece que todos os ingredientes são conhecidos... Mas existem detalhes que colocam à prova a tradução apressada.
Chocolates
Quando li os ingredientes “chocolate de leite” e “chocolate negro”, fiz a tradução apressada “chocolate ao leite” e “chocolate meio-amargo”, até porque nos dizeres da postagem do Pão, Bolos e Cia. há um comentário que fiz que a doçura da receita é quebrada pelo chocolate amargo e o cacau. Quanto ao “de leite”, “ao leite”, acertei; mas errei em relação ao “chocolate negro”.
A constatação ocorreu após buscas pela internet para decifrar os enigmas. Aprendi que em Portugal, os chocolates são classificados de forma diferente daqui. O site da Nestlé em Portugal, traz a classificação dos tipos de chocolate: de leite, preto, meio-amargo, branco... Por lá, o chocolate negro possui no mínimo 35% de cacau e o "de leite" 25% e adição de leite ou leite em pó.
Aprendi também que o chocolate meio-amargo é elaborado com cacau torrado, por isso o gosto amargo. Logo, concluimos que o chocolate negro ou preto não usa cacau torrado, mas somente cacau, e não leva leite.
Fiz uma busca ao supermercado e conformei o meu conhecimento: as barras de chocolate escuro mais populares, ou seja, as da Nestlé, Lacta, Garoto e Hershey´s ou são de chocolate ao leite, ou chocolate ao leite com algum outro ingrediente (exemplo: chocolate ao teite com castanhas de caju), ou são de chocolate meio-amargo. Todas os chocolates meio-amargo mais populares dos mesmos fabricantes não levam leite. Existem barras especiais, como a Hershey´s Special Dark, que são chocolate "negro", pois não levam leite e tem mais cacau. A legislação brasileira que trata do assunto é a RDC nº 227, de 28 de agosto de 2003, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Açúcar mascavo
Quando li “açúcar mascavado”, traduzi automaticamente “açúcar mascavo”. Estava certo?
A receita original ainda menciona “açúcar mascavado claro” e “açúcar mascavado escuro”.
E agora? Sabia que o açúcar mascavo pode ter tonalidades diferentes que dependem da matéria-prima (caldo de cana-de-açúcar) e do processo de fabricação: Por exemplo, quanto mais tempo de cozimento, mais escuro fica o açúcar. Mas daí, a ter certeza... E reiniciaram as minhas buscas pela internet e achei detalhes interessantes.
Acabei encontrando na postagem Açucar – mascavado ou refinado? do blog “História das palavras” de Inacio Steinhardt, que dá uma aula sobre o açúcar “mascavado”, explicando entre outras histórias que a origem da palavra está na junção das palavras “menos” e “cabar”. O verbo cabar, verbo não mais utilizado, que tem o significado semelhante a “prezar”. Logo, “menoscabado” é “menosprezado”. O mascavado é uma evolução de “menoscabado”, que se tornou “mascabado” e, finalmente, “mascavado”. Ufa!!
Tá?! E o “mascavo” do nosso (brasileiro) português?Acabei encontrando na postagem Açucar – mascavado ou refinado? do blog “História das palavras” de Inacio Steinhardt, que dá uma aula sobre o açúcar “mascavado”, explicando entre outras histórias que a origem da palavra está na junção das palavras “menos” e “cabar”. O verbo cabar, verbo não mais utilizado, que tem o significado semelhante a “prezar”. Logo, “menoscabado” é “menosprezado”. O mascavado é uma evolução de “menoscabado”, que se tornou “mascabado” e, finalmente, “mascavado”. Ufa!!
Isso na internet eu não encontrei, mas recorri ao ilustre e amigo dicionário do Aurélio aqui de casa, aonde temos que mascavo e mascavado são sinônimos. Lá temos que “mascavo” é o particípio irregular de mascavar. Logo, usamos mais uma palavra irregular no nosso português. Mas, sinceramente, mascavo é bem mais simpático do que mascavado. Fico com o mascavo!!
Adaptação da receita original
Alterei pouco os ingredientes originais, substituindo a manteiga por margarina, utilizando chocolate meio amargo no lugar do chocolate negro, utilizei somente um tipo de açúcar mascavo (o que tinha em casa), não me preocupando com o “claro” e o “escuro”. Nas fotos que ilustram a postagem, temos a versão, aonde utilizei amendoins no lugar das nozes. Ambas ficam excelentes, mas eu prefiro a com nozes.
O modo de preparo também foi alterado, se compararmos as receitas (para que se interessar, sugiro dar uma olhadinha na receita original e no seu modo de preparo), como por exemplo, no tempo de cozimento, que depende de cada forno e do resultado que se deseja obter (queria a casca mais crocante).
Brownie 
Segue a receita adaptada:
Ingredientes:
- 200g de margarina;
- 100g de chocolate ao leite (picados);
- 100g de chocolate meio-amargo (picados);
- 200g de açúcar;
- 200g de açúcar mascavo;
- 4 ovos;
- 1 colher de chá de extrato de baunilha;
- 1 colher de café de sal;
- 1 colher de sopa de cacau em pó;
- 200g de farinha de trigo;
- 100g de nozes picadas (ou 100g de amendoim torrados e descascados);
Segue a receita adaptada:
Ingredientes:
- 200g de margarina;
- 100g de chocolate ao leite (picados);
- 100g de chocolate meio-amargo (picados);
- 200g de açúcar;
- 200g de açúcar mascavo;
- 4 ovos;
- 1 colher de chá de extrato de baunilha;
- 1 colher de café de sal;
- 1 colher de sopa de cacau em pó;
- 200g de farinha de trigo;
- 100g de nozes picadas (ou 100g de amendoim torrados e descascados);
- margarina para untar levemente a forma.
Modo de preparo
Modo de preparo
- Derreter a margarina e os chocolates picados numa panela ou no micro-ondas;
- Colocar a margarina e os chocolates derretidos na batedeira;
- Acrescentar os acúcares, os ovos, a baunilha, o sal e o cacau e misturar;
- Adicionar a farinha de trigo aos poucos, homogeinizando a mistura;
- Acrescentar as nozes (ou os amendoins) por último;
- Untar levemente com margarina uma forma de 24 x 34 (cm) ;
- Assar a 180 graus por 35 minutos.
Observações
- Picar os chocolates não é tarefa fácil. É mais fácil derretê-los no micro-ondas;
- Pré-aquecer o forno por 15 minutos a 200 graus.
O brownie é simplesmente divino. O melhor brownie que já comi!
Fica aqui a sugestão!! Agradeço ao Pão, Bolos e Cia. por tornar pública tão ilustre receita.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Bock II - a missão
Olá a todos. Depois de longas maturações e brigas com meu beergun, poderei falar sobre o resultado da(s) bock(s) (conforme eu havia prometido).
Aquela bock da postagem, a qual usei pela primeira vez a decocção, ficou realmente de acordo com as características que eu queria. A cor estava OK (fiquei com medo que estivesse ficado clara demais), o sabor e aroma também ficaram conforme o planejado.
O problema ficou por conta de um aroma frutado, de maçã verde. Poxa vida, tudo que eu não queria era um "frutado metido" em minhas lagers. Esse aroma vem de uma "fermentação fraca" e se chama acetaldeído.
Superado o trauma, fiz minha segunda bock com algumas pequenas alterações nas quantidades de malte (aumentei o malte melanoidina) e mantive o resto do processo.
Também tirei uma foto com a parcela de mosto normal e a parcela que foi feita a decocção.
Com todo o empenho que tive em fazer uma bock de meu agrado, posso dizer que o resultado valeu a pena, pois ficou dentro do eu esperava. Bom corpo/sabor de malte (e muitas melanoidinas hehe), um aroma espetacular e álcool na medida - 6,1% v/v.
Acabei fazendo a terceira versão desta bock que vai para o IV Concurso Nacional de Cervejeiros Artesanais - promovido este ano pela Acerva Carioca - com uma pequena alteração no amargor.
Fiz esta alteração depois que degustei 4 cervejas bock que estava em minhas mãos:
- Tonera Bock versão 2.11 (tampa com adesivo vermelho)
- Tonera Bock versão 2.5 (tampa com adesivo rocho/roxo)
- Panarotto/Alysson/Luciano Bock (tampa Cerveja Artesanal)
- Kaiser Bock
A minha versão 2.11 estava com o tal do acetaldeído, mas de resto estava boa.
A minha versão 2.5 (tô chique com este negócio de versão) ficou dentro do que eu descrevi acima -> Do jeito que eu queria!
A Kaiser Bock se comportou bem, sendo fiel ao estilo. É uma ótima opção para quem quer beber uma cerveja de boa qualidade e preço barato.
A Panarotto/Alysson/Luciano Bock foi a mais potente. De acordo com eles, ela têm 6,5% v/v de álcool, mas bem equilibrada e dentro do estilo. Só para deixar registrado, eles também fizeram a decocção. E da-lhe pessoal viciado hein!
Com esta análise resolvi fazer uma pequenina alteração: aumentei um tiquinho o lúpulo de amargor para trazer um melhor equilíbrio para a cerveja.
Aí pirei. Fiz a versão 2.51a e 2.51b, com dois tipos de fermentos lager.
O resultado? Só perto do concurso, quando ficarem prontas...
E vocês acham que eu parei com esse negócio de bock? Esperem para ver!!!
PS: De acordo com nosso confrade Panarotto, fiz a correção no sobrenome dele que é com dois t´s e não com dois n´s. Outra correção foi a da graduação alcoólica da Barnabé Bock que é de aproximadamente 6,5% v/v e não 7,5% v/v como eu havia informado (mas parecia ter os 7,5%). Para maiores informações sobre a Barnabé Bock acessem http://srpivo.blogspot.com
Obrigado Ricardo!
Aquela bock da postagem, a qual usei pela primeira vez a decocção, ficou realmente de acordo com as características que eu queria. A cor estava OK (fiquei com medo que estivesse ficado clara demais), o sabor e aroma também ficaram conforme o planejado.
O problema ficou por conta de um aroma frutado, de maçã verde. Poxa vida, tudo que eu não queria era um "frutado metido" em minhas lagers. Esse aroma vem de uma "fermentação fraca" e se chama acetaldeído.
Superado o trauma, fiz minha segunda bock com algumas pequenas alterações nas quantidades de malte (aumentei o malte melanoidina) e mantive o resto do processo.
Também tirei uma foto com a parcela de mosto normal e a parcela que foi feita a decocção.
Com todo o empenho que tive em fazer uma bock de meu agrado, posso dizer que o resultado valeu a pena, pois ficou dentro do eu esperava. Bom corpo/sabor de malte (e muitas melanoidinas hehe), um aroma espetacular e álcool na medida - 6,1% v/v.
Acabei fazendo a terceira versão desta bock que vai para o IV Concurso Nacional de Cervejeiros Artesanais - promovido este ano pela Acerva Carioca - com uma pequena alteração no amargor.
Fiz esta alteração depois que degustei 4 cervejas bock que estava em minhas mãos:
- Tonera Bock versão 2.11 (tampa com adesivo vermelho)
- Tonera Bock versão 2.5 (tampa com adesivo rocho/roxo)
- Panarotto/Alysson/Luciano Bock (tampa Cerveja Artesanal)
- Kaiser Bock
A minha versão 2.11 estava com o tal do acetaldeído, mas de resto estava boa.
A minha versão 2.5 (tô chique com este negócio de versão) ficou dentro do que eu descrevi acima -> Do jeito que eu queria!
A Kaiser Bock se comportou bem, sendo fiel ao estilo. É uma ótima opção para quem quer beber uma cerveja de boa qualidade e preço barato.
A Panarotto/Alysson/Luciano Bock foi a mais potente. De acordo com eles, ela têm 6,5% v/v de álcool, mas bem equilibrada e dentro do estilo. Só para deixar registrado, eles também fizeram a decocção. E da-lhe pessoal viciado hein!
Com esta análise resolvi fazer uma pequenina alteração: aumentei um tiquinho o lúpulo de amargor para trazer um melhor equilíbrio para a cerveja.
Aí pirei. Fiz a versão 2.51a e 2.51b, com dois tipos de fermentos lager.
O resultado? Só perto do concurso, quando ficarem prontas...
E vocês acham que eu parei com esse negócio de bock? Esperem para ver!!!
PS: De acordo com nosso confrade Panarotto, fiz a correção no sobrenome dele que é com dois t´s e não com dois n´s. Outra correção foi a da graduação alcoólica da Barnabé Bock que é de aproximadamente 6,5% v/v e não 7,5% v/v como eu havia informado (mas parecia ter os 7,5%). Para maiores informações sobre a Barnabé Bock acessem http://srpivo.blogspot.com
Obrigado Ricardo!
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Pudim de Pão de Queijo
A receita original "pão de queijo com ricota" é da revista Receitas & Delícias, (Pão de Queijo. Receitas & Delícias. Alto Astral: São Paulo, 2008. Ano 9, n. 71), minha companheira na elaboração de pães de queijo, conforme sempre relato nas minhas aventuras na elaboração de pães de queijo. Entretanto, pelo sabor da experiência, pela falta de ingredientes, pela mudança no modo de preparo, geralmente as receitas originais são sempre alteradas.
Esta receita de pão de queijo é de liquidificador. Logo, não precisamos escaldar o polvilho, tarefa tradicional na elaboração de pães de queijo.
A receita original sugere que a massa seja colocada em forminhas de empada, deixando espaço para a massa crescer, porém não fiz assim. Utilizei uma forma de pão retangular de 11 x 28 cm, com 6,5 cm de altura.
O resultado? Um pudim de pão de queijo. O pudim não fica (pelo menos das vezes que fiz) com um aspecto perfeito, conforme relato nas observações abaixo, mas o sabor... o sabor deste pudim vale a empreitada. E é super fácil de fazer... a massa fica super macia com textura de pudim de leite ou caçarola italiana, porém, é claro, com sabor inenarrável de pão de queijo.
Segue a receita elaborada em gramas e em medidas caseiras aproximadas:
Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja
Pudim de pão de queijo
Ingredientes:
- 330 gramas de polvilho azedo [2 xícaras de chá (200 ml)];
- 150 gramas de ovos [3 ovos médios];
- 8 gramas de sal [1 colher de sopa de sobremesa (4 ml)];
- 400 gramas de leite [2 xícaras de chá (200 ml)];
- 100 gramas de ricota [1 xícara de chá (200 ml)];
- 50 gramas de queijo parmesão [1 pacote];
- 210 gramas de óleo de soja [1 xícara de chá (200 ml)];
- Óleo de soja para untar levemente a(s) forma(s);
Modo de preparo:
- Misturar todos os ingredientes no liquidificador;
- Untar levemente a(s) forma(s) com óleo de soja e despejar o conteúdo misturado no liquidificador. Usei uma forma retangular de 11 x 28 cm, com 6,5 cm de altura, conforme já relatado, mas o uso da quantidade de formas fica por conta do padeiro;
- Assar em forno pré-aquecido a 220 graus por quarenta minutos ou até ficar dourado.
Observações:
- Colocar preferencialmente os líquidos no liquidificador e incorporar aos poucos os sólidos (facilitando o trabalho de mexer a massa) para não queimar o aparelho;
- A massa por ser bem compacta, não permite que os gases formados na cocção escapem e partes do “pudim” levantam da forma. Não se assustem!!
- O “pudim” cresce bem no forno, porém quando retirado ele abate, resultando num pão que parece um pudim, ou seja, textura super macia;
- Mesmo no dia posterior (quando sobra) a textura do pudim continua a mesma, ou seja, excelente;
- Como controlar o pudim no forno? Ainda não consegui tal proeza. Já tentei colocá-lo numa forma com as laterais mais baixas para que o crescimento se dê em outros sentidos e não só de baixo para cima; já tentei assá-lo em outras temperaturas... mas ainda não consegui. Aceito sugestões!!
- Com essa massa também é possível fazer panquecas, as quais também já fiz, mas isso dá uma outra postagem!!
sábado, 1 de agosto de 2009
Workshop Produção de Cerveja Artesanal em Florianópolis
A Associação dos Cervejeiros Artesanais de SC (ACervA Catarinense) promove no próximo dia 15 de agosto, no Clube Barriga Verde dos Oficiais da Polícia Militar de Santa Catarina, localizado no bairro de Canasvieiras, na minha bela cidade de Florianópolis, Santa Catarina, o Workshop Produção de Cerveja Artesanal.
A brassagem será realizada pelo ilustre companheiro deste blog, o cervejeiro Raphael Tonera, e estaremos lá para prestigiar e aprender.
O "Workshop Produção de Cerveja Artesanal, faz parte de um circuito regional iniciado em 2007 e trata-se de uma iniciativa da ACervA Catarinense, com o apoio de parceiros especiais como empresas do setor, cervejarias artesanais e algumas entidades locais, e tem por principal objetivo difundir e aprimorar o conhecimento das técnicas para a produção de cerveja artesanal no estado de Santa Catarina, além de contribuir ativamente para a divulgação e o fortalecimento da cultura cervejeira no Brasil" (http://www.acervacatarinense.com.br/).
Segue a programação do evento, conforme descrito no site da AcervA Catarinense:
"Programação para iniciantes:
-Recepção e credenciamento;
-Abertura oficial
-Lanche;
-Brassagem all grain com Raphael C. Tonera, cervejeiro artesanal premiado em primeiro lugar no III Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, na categoria Belgian Strong Ale (escola belga, BJCP 18);
-Brassagem a partir do extrato de malte líquido, com degustação de uma cerveja produzida antecipadamente, com esta mesma técnica;
-Palestra "O Mundo da Cerveja" com Eli Bernardino Coelho Júnior, o "famoso" Júnior da "Padoca", pioneiro na exploração das cervejas especial e sócio da Academia da Cerveja;
Almoço;
-"Fabricação de Cerveja" com Claudio Roberto Zastrow, mestre-cervejeiro da microcervejaria Schornstein de Pomerode;
-Lanche;
-Encerramento".
"Programação para cervejeiros experientes:
-Recepção e credenciamento;
-Abertura oficial;
-Lanche;
-Palestra "Desenhando Cervejas Excelentes" com Paulo Schiaveto, Engenheiro de Produção pela USP e mestre-cervejeiro, formado em Louvain-la-Neuve, Bélgica, com larga experiência no ramo no Brasil;
-Almoço;
-Troca de experiências e networking;
-Lanche;
-Encerramento".
Atenção: As inscrições estão abertas até 10/08/2009. E aceitem um conselho: agilizem-se! No último workshop realizado em Joinville as inscrições superaram as expectativas e foram encerradas antes do término da data estipulada.
Maiores informações e inscrições, acessar: http://www.acervacatarinense.com.br/ .
.
A brassagem será realizada pelo ilustre companheiro deste blog, o cervejeiro Raphael Tonera, e estaremos lá para prestigiar e aprender.
O "Workshop Produção de Cerveja Artesanal, faz parte de um circuito regional iniciado em 2007 e trata-se de uma iniciativa da ACervA Catarinense, com o apoio de parceiros especiais como empresas do setor, cervejarias artesanais e algumas entidades locais, e tem por principal objetivo difundir e aprimorar o conhecimento das técnicas para a produção de cerveja artesanal no estado de Santa Catarina, além de contribuir ativamente para a divulgação e o fortalecimento da cultura cervejeira no Brasil" (http://www.acervacatarinense.com.br/).
Segue a programação do evento, conforme descrito no site da AcervA Catarinense:
"Programação para iniciantes:
-Recepção e credenciamento;
-Abertura oficial
-Lanche;
-Brassagem all grain com Raphael C. Tonera, cervejeiro artesanal premiado em primeiro lugar no III Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, na categoria Belgian Strong Ale (escola belga, BJCP 18);
-Brassagem a partir do extrato de malte líquido, com degustação de uma cerveja produzida antecipadamente, com esta mesma técnica;
-Palestra "O Mundo da Cerveja" com Eli Bernardino Coelho Júnior, o "famoso" Júnior da "Padoca", pioneiro na exploração das cervejas especial e sócio da Academia da Cerveja;
Almoço;
-"Fabricação de Cerveja" com Claudio Roberto Zastrow, mestre-cervejeiro da microcervejaria Schornstein de Pomerode;
-Lanche;
-Encerramento".
"Programação para cervejeiros experientes:
-Recepção e credenciamento;
-Abertura oficial;
-Lanche;
-Palestra "Desenhando Cervejas Excelentes" com Paulo Schiaveto, Engenheiro de Produção pela USP e mestre-cervejeiro, formado em Louvain-la-Neuve, Bélgica, com larga experiência no ramo no Brasil;
-Almoço;
-Troca de experiências e networking;
-Lanche;
-Encerramento".
Atenção: As inscrições estão abertas até 10/08/2009. E aceitem um conselho: agilizem-se! No último workshop realizado em Joinville as inscrições superaram as expectativas e foram encerradas antes do término da data estipulada.
Maiores informações e inscrições, acessar: http://www.acervacatarinense.com.br/ .
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Tonera Tripel Aged
Uma vontade que sempre tive, era a de guardar cervejas para acompanhar sua evolução. Como a produção sempre é menor do que o consumo, isto sempre se torna difícil. Mas desde o ano passado, tenho tentado guardar exemplares na minha adega (vulgo guarda-roupa), para futuras degustações e eis que hoje falarei sobre a Tonera Tripel que foi engarrafada em junho de 2008 e conseguiu ficar "viva" (ou ainda cheia) até hoje.
A Tonera Tripel foi chamada assim porque usei três tipos de cereais na sua composição. O malte de cevada, o malte de trigo e a aveia. Como queria fazer uma cerveja bem complexa, ainda usei coentro (sementes) e dois tipos de fermento.
Pela minha ficha de controle a data de produção da receita foi em 02/05/2008 e engarrafada dia 20/06/2008 o que comprova a sua idade.
Na primeira vez que abri uma garrafa desta produção, percebi que ela mereceria um bom descanço. Após este repouso, ela começou a se revelar. Apesar de ter aproximadamente 10% v/v de álcool, ele não se sobressaiu em nenhuma das etapas da evolução, pelo contrário, sempre trouxe um "complemento" a complexidade da cerveja.
No aroma, o frutado/fenólico foi diminuindo com o tempo, passando a ficar mais suave e casando com os outros elementos. O coentro que já era sutil, ficou quase imperceptível. Mas o que me chamou atenção foi o "cheiro de envelhecida" que a cerveja obteve. Não sei se teria permissão para dizer que é algo como vinho do Porto ou Whisky, afinal isto é subjetivo mesmo né!
O sabor que antes tinha notas pronunciadas de nozes (ou castanha ou amêndoas), também ficou mais ameno, mas não menos agradável. Da mesma forma que no aroma, as "coisas se casaram".
A degustação ocorreu a temperatura ambiente, por se tratar de uma cerveja estilo belga, Tripel e bem complexa. Por isso eu não poderia deixar essa onda de frio passar batida e aproveitar um dos melhores dias para prová-la (de 10°C a 12°C).
Fiz o rótulo só para poder saber o tempo de vida da cerveja, nada sério (apenas um aviso aos colecionadores maníacos de plantão, hehe).
Tenho mais três exemplares desta cerveja que serão abertas com 2, 3 e 5 anos. Aí veremos outros aspectos da evolução desta Tripel. Além dela, tenho outros estilos guardados na adega (guarda-roupa) para umas futuras degustações. Não convidei o Jean para esta degustação porque ele ficou com uma destas na casa dele esses dias (Lembra Jean, aquela da tampinha com adesivo branco e uma bolinha azul de caneta).
Fico devendo a postagem que falarei sobre o resultado da bock, além da produção da Imperial Stout na Schornstein e a quinta bica na Academia da Cerveja. E tem cervejeiros novos por aí também. Até mais...
A Tonera Tripel foi chamada assim porque usei três tipos de cereais na sua composição. O malte de cevada, o malte de trigo e a aveia. Como queria fazer uma cerveja bem complexa, ainda usei coentro (sementes) e dois tipos de fermento.
Pela minha ficha de controle a data de produção da receita foi em 02/05/2008 e engarrafada dia 20/06/2008 o que comprova a sua idade.
Na primeira vez que abri uma garrafa desta produção, percebi que ela mereceria um bom descanço. Após este repouso, ela começou a se revelar. Apesar de ter aproximadamente 10% v/v de álcool, ele não se sobressaiu em nenhuma das etapas da evolução, pelo contrário, sempre trouxe um "complemento" a complexidade da cerveja.
No aroma, o frutado/fenólico foi diminuindo com o tempo, passando a ficar mais suave e casando com os outros elementos. O coentro que já era sutil, ficou quase imperceptível. Mas o que me chamou atenção foi o "cheiro de envelhecida" que a cerveja obteve. Não sei se teria permissão para dizer que é algo como vinho do Porto ou Whisky, afinal isto é subjetivo mesmo né!
O sabor que antes tinha notas pronunciadas de nozes (ou castanha ou amêndoas), também ficou mais ameno, mas não menos agradável. Da mesma forma que no aroma, as "coisas se casaram".
A degustação ocorreu a temperatura ambiente, por se tratar de uma cerveja estilo belga, Tripel e bem complexa. Por isso eu não poderia deixar essa onda de frio passar batida e aproveitar um dos melhores dias para prová-la (de 10°C a 12°C).
Fiz o rótulo só para poder saber o tempo de vida da cerveja, nada sério (apenas um aviso aos colecionadores maníacos de plantão, hehe).
Tenho mais três exemplares desta cerveja que serão abertas com 2, 3 e 5 anos. Aí veremos outros aspectos da evolução desta Tripel. Além dela, tenho outros estilos guardados na adega (guarda-roupa) para umas futuras degustações. Não convidei o Jean para esta degustação porque ele ficou com uma destas na casa dele esses dias (Lembra Jean, aquela da tampinha com adesivo branco e uma bolinha azul de caneta).
Fico devendo a postagem que falarei sobre o resultado da bock, além da produção da Imperial Stout na Schornstein e a quinta bica na Academia da Cerveja. E tem cervejeiros novos por aí também. Até mais...
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Erdinger Weißbier Dunkel
Apesar de degustá-la de vez em quando, nunca escrevi sobre a cerveja Erdinger Weißbier Dunkel. Trata-se de uma cerveja de trigo escura, muito saborosa, pelo menos na minha opinião.
A Erdinger Dunkel foi a segunda cerveja “especial” que bebi, lá por 2006, 2007. A primeira “especial” foi uma Erdinger Weißbier, uma cerveja de trigo clara. Ambas, naquela época, ganhei de presente junto com este copo da Erdinger que aparece nas fotos, o primeiro copo da minha coleção. Muitíssimo obrigado, Eliane!!
Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja
A Erdinger Dunkel é uma cerveja preta com espuma de boa formação de média/baixa duração, com sabor de malte, de banana, de cravo, torrado, picante... com aroma frutado, de cravo, adocicado... É uma cerveja não filtrada, ou seja, ainda existe fermento dentro da garrafa, que proporciona uma aparência turva ao produto, não muito visível, pois a cerveja é bem escura. Pode-se notar, pedaços da levedura flutuando pelo precioso líquido! Esta é uma característica comum das cervejas de trigo não filtradas.
A degustação das duas cervejas Erdinger há alguns anos atrás, abriram-me os olhos para o mundo cervejeiro. Eu que gostava de Bohemia, Kaiser Summer Draft... descobri que conhecia somente a pontinha de um imenso iceberg que é o mundo cervejeiro. Depois, foram descobertas atrás de descobertas. O bolso sofreu (e ainda sofre), pois o preço pago pelas cervejas “especiais” ainda não são populares, mas, qualitativamente, a relação custo/benefício vale o investimento de cada centavo.
As cervejas Erdinger são produzidas pela Erdinger Weißbräu (traduzindo, Cervejaria de Trigo Erdinger), fundada de 1886, na cidade de Erdinger, na região da Bavária, na Alemanha. Segundo o Deutsche Welle, em postagem de 21/06/2005, a Erdinger era a cerveja de trigo alemã mais vendida no mundo.
A seção nostalgia bateu após ler a excelente postagem "A cerveja do dia-a-dia" do ilustre Rodrigo Campos do blog Paraquevocerveja, que relata da cerveja para o dia-a-dia e da sua iniciação no mundo cervejeiro, com a qual me identifiquei em gênero, número e grau.
Erdinger Weißbier Dunkel
Família: Ale
Estilo: Dunkelweizen “15B” (segundo BJCP)
Sabores: malte, banana, cravo, açúcar, torrado, picante
Aromas: Frutado, adocicado, cravo
Espuma: média/baixa duração, de boa formação
Teor alcólico: 5,6 %
Outros links interessantes:
http://en.wikipedia.org/wiki/Erdinger
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,1619519,00.html
http://www.erdinger.de/en.html
http://paraquevocerveja.blogspot.com/
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Eu fui ao Workshop Produção de Cerveja Artesanal em Joinville/SC/Brasil 2009
Faz tempo que nada escrevo no Pão e Cerveja, não por falta de assunto, mas por falta de tempo. Tantas coisas se passaram e sobre as quais nada comentei... Vou começar pelo começo, ou quase...
Irei comentar brevemente sobre o Workshop Produção de Cerveja Artesanal, ocorrido no último dia 30/05 na cidade de Joinville, Estado de Santa Catarina, Brasil. Sobre o qual o Pão e Cerveja fez uma breve divulgação no mês de maio.
O blog Obiercevando, do nosso ilustríssimo Paulo Feijão, traz uma excelente postagem sobre o evento, falando sobre as palestras e acontecimentos do Workshop que ocorreu na Cidadela Cultural Antártica em Joinville. Para quem não sabe, a Cidadela Cultural foi construída no local aonde, antigamente, funcionava a tradicional fábrica da cervejaria Antártica de Joinville. E quem viveu na época sabe que a cerveja Antártica de Joinville era famosíssima, competindo com os grandes fabricantes de cerveja “Pilsen”.
Se fosse possível resumir o dia 30/05 numa só palavra, esta com certeza seria, inesquecível. Inesquecível não só pelo evento em si, mas pela agradável ida e vinda de Joinville. 25 participantes, se bem me lembro, partiram para o Workshop num micro-ônibus que faria o percurso Florianópolis – Blumenau – Joinville e vice-versa. A convivência, as brincadeiras e o clima de animosidade foram determinantes para o sucesso do evento.
Imagem: http://obiercevando.blogspot.com/2009/06/workshop-em-joinville-da-acerva.html
Aproveito a oportunidade para agradecer ao Itamar pelo excelente trabalho de organização e aluguel do ônibus. Parabéns, Itamar!!
E agradecer também aos integrantes da Acerva Catarinense e aos demais colegas de viagem pelo convívio, pela receptividade e pela troca de experiências. Ah! Também pelas excelentes cervejas servidas no serviço de bordo, com direito a chopeira e caixas térmicas!! Fantástico!!
Só pela viagem, o dia 31/05 já valeu a pena!!
O workshop foi o ápice da consagração. Simplesmente excelente!! Organização, palestras, almoço, brindes, camiseta, apostila...
Participei como iniciante no workshop e assisti às seguintes palestras:
E agradecer também aos integrantes da Acerva Catarinense e aos demais colegas de viagem pelo convívio, pela receptividade e pela troca de experiências. Ah! Também pelas excelentes cervejas servidas no serviço de bordo, com direito a chopeira e caixas térmicas!! Fantástico!!
Só pela viagem, o dia 31/05 já valeu a pena!!
O workshop foi o ápice da consagração. Simplesmente excelente!! Organização, palestras, almoço, brindes, camiseta, apostila...
Participei como iniciante no workshop e assisti às seguintes palestras:
1) Produção de Cerveja All Grain (produção com os grãos de malte), uma cerveja Blond Ale, com os palestrantes Ivan e Diogo, os premiados cervejeiros da cervejaria Gräbenwasser (campeões do II Concurso Mestre Cervejeiro da cervejaria Eisenbahn). A palestra foi FANTÁSTICA: o Ivan possui uma metodologia intrínseca e sua exposição foi excelente, acompanhada pelo faz-tudo Diogo, proporcionado aos espectadores uma verdadeira aula de como fazer cerveja caseira. Comentário: Digo fantástica, pois, há uma semana do workshop, havia começado a preparar a minha primeira cerveja (American Pale Ale) com o meu ilustre amigo Sandro e, há duas semanas, havia presenciado, também junto com o Sandro, o ilustre Raphael Tonera elaborar uma Indian Pale Ale, e pude observar o quão didática foi a palestra, permitindo rever passo-a-passo as etapas do processo, resguardadas as diferenças entre os estilos.
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2) Produção de cerveja com extrato de malte, realizada pela Brasil Ways. Sinceramente, já havia lido na internet sobre o assunto, inclusive no site da empresa. E fazer cerveja com o extrato de malte já pronto, pode ser uma boa opção para quem está iniciando no mundo cervejeiro ou não quer investir na compra de muitos equipamentos e acessórios.
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3) A exploração e o consumo de cervejas especiais, despertando novos sabores e sensações da cerveja, realizada pelo ilustre Paulo Feijão, cervejólogo e proprietário do blog Obiercevando, que fez uma explanação sobre os tipos de cerveja, a mudança do consumidor, o consumo no Brasil...
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4) Palestra e visita guiada pelo pátio da Cidadela Antártica, efetuada pelo Sr. Curt Zastrow, ex-mestre-cervejeiro da Antártica, o qual trabalhou por 38 na fábrica, e atual mestre-cervejeiro da cervejaria Zehn da cidade de Brusque, também em Santa Catarina.
Não falei ainda do café-da-manhã, do almoço, das cervejas levadas pelos cervejeiros artesanais ao evento, dos sorteios de brindes, do chop da cervejaria Opa Bier de Joinville... também teve a volta à Florianópolis, mais cerveja no ônibus...
Não falei ainda do café-da-manhã, do almoço, das cervejas levadas pelos cervejeiros artesanais ao evento, dos sorteios de brindes, do chop da cervejaria Opa Bier de Joinville... também teve a volta à Florianópolis, mais cerveja no ônibus...
Ah! Também ocorreram as palestras para os cervejeiros mais experientes, das quais só ouvi excelentes comentários, favor acessar a postagem sobre o workshop do blog Obiercevando.
Quero comertar também sobre a EXCELENTE apostila elaborada pelo Ivan e pelo Diogo, oferecida aos participantes do evento. Nota 10!!! Dá para publicar um livro, galera, fica aqui a dica!!
Ganhei no sorteio três copos da Opa Bier, um de vidro, que foi para a coleção, é claro, e dois de plástico, mais festivos, com luzinhas, os quais fizeram a alegria da galerinha aqui de casa!!
Disse ao Feijão, que após a sua excelente postagem, iria fazer uma pequena nota do Pão e Cerveja, mas pelo visto, não foi tão pequena assim. Não me contive em não deixar registrado um dia tão especial.
Queria registrar a também a EXCELENTE organização do evento, realizada pelos colegas cervejeiros da Acerva Catarinense, Rubens e Selvino. Foi impecável!! Parabéns!!
Ganhei no sorteio três copos da Opa Bier, um de vidro, que foi para a coleção, é claro, e dois de plástico, mais festivos, com luzinhas, os quais fizeram a alegria da galerinha aqui de casa!!
Disse ao Feijão, que após a sua excelente postagem, iria fazer uma pequena nota do Pão e Cerveja, mas pelo visto, não foi tão pequena assim. Não me contive em não deixar registrado um dia tão especial.
Queria registrar a também a EXCELENTE organização do evento, realizada pelos colegas cervejeiros da Acerva Catarinense, Rubens e Selvino. Foi impecável!! Parabéns!!
Falta ainda o agradecimento aos patrocinadores/colaboradores que subsidiaram o evento, colaborando para a sua realização: Opa Bier, WE Consultoria, Brasil Ways, MasterBraü, Fundação Municipal Albano Schmidt e Conurb.
Que venha o próximo evento em Floripa, agora, no mês de agosto!!
Obs.: As fotos que ilustram esta postagem são do blog Obiercevando do ilustre Feijão.
Que venha o próximo evento em Floripa, agora, no mês de agosto!!
Obs.: As fotos que ilustram esta postagem são do blog Obiercevando do ilustre Feijão.
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segunda-feira, 18 de maio de 2009
Cerveja versus sapato. As percepções de cada um...
Recebi este vídeo pela internet e gostei bastante. Obrigado, Michelle!
Ele pode ser utilizado para entendermos as diversas percepções que cada pessoa tem sobre determinado assunto ou sobre o que julga relevante e importante.
O melhor do vídeo é que trata de cerveja!! Não poderia ser melhor!!
Será que assintindo ao vídeo, a mulherada (que não é tão fã assim de cerveja), e, especificamente, a minha, consegue entender o sentimento envolvido??
Com certeza, cerveja é muito melhor do que sapato!! Todos concordam?
sexta-feira, 15 de maio de 2009
WORKSHOP PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL EM JOINVILLE/SC
A Associação dos Cervejeiros Artesanais de SC (ACervA Catarinense) promove no próximo dia 30 de maio, na Cidadela Cultural Antarctica, na bela cidade de Joinville, Santa Catarina, o Workshop Produção de Cerveja Artesanal".
O "Workshop Produção de Cerveja Artesanal, faz parte de um circuito regional iniciado em 2007 e trata-se de uma iniciativa da ACervA Catarinense, com o apoio de entidades municipais e estaduais, cervejarias e empresas do setor, e tem por objetivo difundir e aprimorar o conhecimento das técnicas para produção de cerveja artesanal no estado de Santa Catarina, além de contribuir para a divulgação e o fortalecimento da cultura cervejeira no Brasil" (http://www.workshopcervejeiro.com.br/).
Segue a programação do evento:
- Produção de uma cerveja artesanal na técnica all grain;
- Produção de uma cerveja artesanal utilizando um kit de extrato de malte importado, conduzida com a colaboração de membros da ACervA Paranaense;
- Visitação guiada às antigas instalações da fábrica da Antarctica, com a participação especial de um de seus mais importante mestres-cervejeiros ainda em atividade, o Sr. Curt Zastrow, atual mestre-cervejeiro da microcervejaria ZeHn Bier de Brusque;
- Palestras técnicas e culturais à respeito do universo da cerveja apresentadas por profissionais e convidados especiais como: Sr. Elmar Schmitz, mestre-cervejeiro da microcervejaria OPA Bier de Joinville; Sr. Cláudio Zastrow, mestre-cervejeiro da microcervejaria Schornstein de Pomerode; Sr. Paulo Bertiol (Feijão), cervejólogo e autor do blog especializado oBIERcevando;
- Degustação de cervejas artesanais produzidas e oferecidas tanto por cervejeiros participantes, como, sobretudo, pela microcervejaria OPA Bier;
- Exposição de produtos, matérias-primas e equipamentos artesanais;
- Sorteio de brindes cervejeiros;
- Comercialização de suvenires.
- Produção de uma cerveja artesanal utilizando um kit de extrato de malte importado, conduzida com a colaboração de membros da ACervA Paranaense;
- Visitação guiada às antigas instalações da fábrica da Antarctica, com a participação especial de um de seus mais importante mestres-cervejeiros ainda em atividade, o Sr. Curt Zastrow, atual mestre-cervejeiro da microcervejaria ZeHn Bier de Brusque;
- Palestras técnicas e culturais à respeito do universo da cerveja apresentadas por profissionais e convidados especiais como: Sr. Elmar Schmitz, mestre-cervejeiro da microcervejaria OPA Bier de Joinville; Sr. Cláudio Zastrow, mestre-cervejeiro da microcervejaria Schornstein de Pomerode; Sr. Paulo Bertiol (Feijão), cervejólogo e autor do blog especializado oBIERcevando;
- Degustação de cervejas artesanais produzidas e oferecidas tanto por cervejeiros participantes, como, sobretudo, pela microcervejaria OPA Bier;
- Exposição de produtos, matérias-primas e equipamentos artesanais;
- Sorteio de brindes cervejeiros;
- Comercialização de suvenires.
Maiores informações e inscrições, acessar: http://www.workshopcervejeiro.com.br/ .
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