sábado, 19 de junho de 2010

ACervA Catarinense elege nova diretoria e novo conselho

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No dia 29/05/2010, a ACervA Catarinense elegeu a sua nova diretoria e os seus novos conselheiros numa Assembléia Geral, conforme prevê o estatuto da instituição, realizada nas dependências do Galpão Tio Zico em Florianópolis. 


 
 
Na ocasião, os sócios da ACervA Catarinense também receberam as suas carteirinhas e exerceram, democraticamente, o seu direito de voto.

 
Agradecemos à diretoria e aos conselheiros anteriores pelo excelente trabalho e desejamos boa sorte aos novos diretores e aos novos conselheiros, que tem a responsabilidade de alcançar resultados ainda melhores do que a gestão anterior, promovendo e incentivado a cultura cervejeira no Estado de Santa Catarina e, principalmente, integrando todas as regiões.
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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Pãezinhos de Malte 2.1 (Salgado)


Segue novas fotos de uma das fornadas de pãezinhos de malte salgados, cuja receita,"Pãezinhos de Malte 2 (Salgado)",  já foi anteriomente publicada aqui no Pão e Cerveja

Conforme comentei com o ilustríssimo Ivan da cervejaria Gräbenwasser, a intenção da publicação das novas fotos é incentivar aos cervejeiros caseiros de plantão a reaproveitar o bagaço do malte, refugo do processo de elaboração de cerveja. 

Cabe também, mais uma vez, referência à receita Gräbenwasser Malzbrot (traduzindo, pão de malte) que nos proporciona um delicioso pão caseiro com sabor de mel.

Então, mãos à obra!


Imagens: Dos autores do Pão e Cerveja
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domingo, 9 de maio de 2010

Excursão para o 5o. Encontro Nacional da Cerveja Artesanal




Segue convite da AcervA Catarinense para Excursão para o 5o. Encontro Nacional da Cerveja Artesanal, que será realizado em Porto Alegre:

"A ACervA Catarinense convida a todos os cervejeiros e entusiastas para participarem das festividades do V Concurso Nacional das ACervAs e seus eventos paralelos,  nos dias 3, 4, e 5 de junho de 2010 em Porto Alegre-RS, organizado pela ACervA Gaúcha (www.acervagaucha.com.br).
Para facilitar o deslocamento dos cervejeiros de Santa Catarina, a ACervA Catarinense está organizando uma excursão, que contará com a já famosa chopeira.
Clique aqui para maiores informações e para participar".
 
Para que quiser participar, reitero, favor acessar o site da AcervA Catarinense para obter maiores informações.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010

5o. Encontro Nacional da Cerveja Artesanal


Nos dias 3, 4 e 5 de junho ocorrerá em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o 5o. Encontro Nacional da Cerveja Artesanal, promovido pela AcervA Gaúcha (Associação dos Cervejeiros Artesanais do Rio Grande do Sul).

Conforme a programação, haverá nos dias:
  • 3/6: Brassagem (moagem de malte, mosturação, filtragem e início do processo de fermentação da cerveja) coletiva e confraternização;
  • 4/6: Seminários técnicos em produção de cerveja;
  • 5/6: Festa da cerveja artesanal. 
Mais detalhes, inscrições e reserva de convites, favor acessar o link do evento.
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

La Ronda #23: Reclamos Cerveceros ("Reclamações Cervejeiras")

O Pão e Cerveja foi convidado por Galapagos do blog Logia Cervecera para participar da “La Ronda #23: Reclamos cerveceros.”, traduzindo, “A rodada #23: Reclamações Cervejeiras”.

A “La Ronda” é uma questionamento proposto a diversos blogueiros, a maioria de língua espanhola, sempre sobre um tema cervejeiro. Gracias por la invitación, Galapagos.

A questão da Ronda #23 é a seguinte:

Que actitud tomar cuando uno va a un bar y desembolsa una buena cantidad de dinero para disfrutar una buena cerveza y lo que le sirven no está en buen estado? O bien no es el producto que uno jura y recontra jura que venía tomando y ya no es lo mismo? Reclamamos? Nos quejamos? Hacemos tripas corazón y nos tomamos hasta la última gota jurando nunca más volver pero sin decir palabra alguna? Y en caso de que uno se haya quejado... como fue la reacción del lugar? Nos cambiaron la cerveza por una que si estaba bien? Nos dijeron que es lo que hay y a otra cosa? Nos dieron explicaciones raras de por que la cerveza debería ser así?

Eu geralmente bebo as minhas cervejas em casa. Raramente, saio de casa com o intuito de beber cerveja. Logo, as questões propostas pelo Galapagos nunca aconteceram comigo, mas não descarto a possibilidade de acontecer, ou seja, tomar uma cerveja com problema.

Posso falar com propriedade em relação às cervejas que bebo em casa. Raramente também, alguma não apresenta as características organolépticas (aroma, sabor) apropriadas. Das diversas cervejas que já bebi,  e não foram poucas, de marcas e estilos diferentes, me recordo de três que apresentaram problema.

Entretanto, é dicífil muitas vezes dizer se o problema está com a cerveja ou com o degustador, pois nem sempre estamos pré dispostos a beber cerveja ou os nossos sentidos (visão, olfato e paladar) na degustação não estão funcionando direito... Saber das suas limitações na hora da degustação não é uma tarefa fácil. Quem garante que o degustador não está na eminência de desencadear um resfriado? Neste caso, olfato e paladar ficam seriamente comprometidos.

Voltando  às três cervejas com problema que degustei: 
  • Duas (uma Belgian Dark Strong Ale, uma Porter) apresentavam sabor e aroma acéticos (gosto e aroma de vinagre);
  • Uma apresentou problema na carbonatação (uma Dry Stout), não fazendo muita espuma (se comparado à mesma cerveja bebida em outra ocasião) quando colocada no copo.
Reclamar? Não reclamei... Somente bebi...
E para quem me conhece, sabe que não tenho pudores em relação à reclamação. Mas o que falar aos funcionários do supermercado aonde comprei as cervejas? Mesmo que eu colocasse a cerveja de volta na garrafa ou lata, como mostrar ao funcionário a contaminação acética e a falta de espuma ? E aonde encontrar o ticket ou cupom fiscal para a comprovação da compra no supermercado?

Creio que a degustação realizada num bar, in loco, aonde os atores estão todos em cena (cerveja, consumidor e fornecedor) autenticaria a reclamação. Seria "a prisão em flagrante" da contaminação e da carbonatação. E neste caso, senhores, temos que reclamar sim, pois temos os nossos direitos como consumidores. Até porque, geralmente, estas cervejas não custam pouco. E pagar por uma cerveja cara com problema, ninguém merece!!
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Pãezinhos de Malte 2 (Salgado)

Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

A bagaço do malte utilizado para a fabricação de cerveja é geralmente jogado no lixo. 
O bagaço, para quem nunca viu (segue foto abaixo), trata-se de uma massa úmida formada pelas cascas dos grãos de malte partidos, refugo do processo de mosturação (processo de cozimento do malte, aonde são extraídos os amidos existentes dentro do grão).
Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

Como o processo de extração do amido não é 100% eficiente, dentro das cascas sempre se encontra resíduos de amido, que proporcionam ao bagaço um gosto adocicado. Mas, pode-se considerar o bagaço como 100% casca de malte. As cascas dos grãos são uma fonte de fibras alimentares, importantes no processo digestivo humano.

Uma das formas de se aproveitar o bagaço é utilizando-o na elaboração de pães. O bagaço enriquece a massa do pão com as fibras oriundas das cascas do malte, tornando o pão um alimento funcional: rico em fibras.

Já publicamos aqui no Pão e Cerveja uma receita de pão de malte: Gräbenwasser MalzBrot do blog da Gräbenwasser. O Malzbrot da Gräbenwasser, o qual já elaborei inúmeras vezes, é um pão doce extremamente saboroso, macio, com sabor de mel (oriundo do mel adicionado na receita) e do gosto adocicado do malte.

O pão elaborado nesta nova receita, apesar de ser salgado, apresenta ainda um sutil sabor de mel, fruto somente do bagaço de malte utilizado.


Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

Pãezinhos Salgados  de Malte 
Ingredientes:
  • 300 gramas de bagaço de malte;
  • 800 gramas de farinha de trigo;
  • 35 gramas de açúcar refinado;
  • 15 gramas de sal;
  • 10 gramas de fermento biológico instantâneo seco (um pacotinho);
  • 210 militros de água;
  • 70 gramas de óleo de soja;
  • Óleo de soja e farinha de trigo para untar a forma.
Modo de Preparo:
  • Misturar o bagaço e os demais ingredientes secos, tomando o cuidado de não se colocar o fermento em contato direto com o sal;
  • Adicionar a água;
  • Adicionar o óleo;
  • Sovar a massa até a obtenção do ponto de véu (desenvolvimento do glúten), cerca de 20 minutos;
  • Bolear (modelar em forma de bola) a massa e deixá-la crescer até dobrar de volume;
  • Após o crescimento, sovar levemente a massa para retirar as bolhas de gás formadas na fermentação;
  • Dividir a massa em pequenas porções e boleá-las; 
  • Colocar os pães lado a lado em forma  levemente untada com óleo de soja e levemente enfarinhada com farinha de trigo;
  • Deixar novamente os pães crescerem até dobrarem de volume e assá-los em forno a 200 graus por 45 minutos ou até dourarem.
 Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

Observações:
  • O bagaço de malte utilizado na receita não é escorrido, ou seja, contém a água utilizada na mosturação. É possível, que a quantidade de água sugerida na receita não seja a adequada. Faz-se necessário, desta forma, o acréscimo ou a supressão da quantidade de água. A massa deve ser fácil de sovar, ou seja, a massa deve ter boa consistência, não sendo demasiadamente dura ou mole;
  • A divisão da massa em porções também fica a critério do padeiro (eu dividi em porções de 80 gramas). A divisão depende do tamanho dos pãezinhos a serem elaborados;
  • A distância da colocação dos pães lado a lado na forma dependem das dimensões da forma e do critério do padeiro.

quarta-feira, 10 de março de 2010

La ronda #22: Espantos Tempranos ("Sustos Prematuros")



O Pão e Cerveja foi convidado pelo Pviní Filosof para participar da “La ronda #22: Espantos Tempranos”, traduzindo, “A rodada #22: Sustos Prematuros”. 

A “La Ronda” é uma questão proposta a diversos blogueiros, a maioria de língua espanhola, sempre sobre um tema cervejeiro. Gracias por la invitación, Pviní Filosof.

A questão da Ronda #22 é a seguinte:

“Cuál fue la cerveza, o tipo de cerveza, que al probarla por primera vez no les gustó para nada? Cuál fue su reacción en aquella oportunidad? Y cuánto tiempo tardaron en volver animarse a probarla y en qué circunstancias?”


A cerveja que comprei e me decepcionei foi a Wernesgrüner Pils Legend, uma legítima German Pilsener (BJCP, 2A), a minha primeira German Pilsener.
Acostumado com as “Pilsen brasileiras”, que na verdade são Lite American Lager (BJCP,1A) ou Standart American Lager (BJCP,2A), a German Pilsener assustou: era muito malte, mas também muito, muito lúpulo...



Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

Naquela ocasião, o amargor do lúpulo era quase insuportável, horrível... Disse a mim mesmo que nunca mais compraria...

Comparei-a na época, a sensação que eu tinha com quando bebi a Heineken pela primeira vez, uma Premium American Lager (BJCP, 1C): gosto de chá de boldo!!

Creio que a descoberta não prazerosa da Wernesgrüner ocorreu lá por 2003, 2004...

Depois disso, muitas cervejas passaram... Outras German Pilsener (König Pilsener, Bitburger...), outros estilos mais amargos, outras Wernesgrüner... (acabei comprando de novo!!)... E, sinceramente, não sei como e nem quando, descobri que meu gosto havia mudado... Não sei dizer quanto tempo levei para voltar a bebê-la... Aconteceu... Mas, com certeza, alguns anos se passaram...

A sensação ocorreu com outras cervejas também... no início decepcionantes, depois excelentes. O contrário também é verdadeiro, no início excelentes, depois não tão excelentes assim...

Observamos que uma cerveja intragável passa a ser deliciosa com o passar do tempo, ou ao contrário, de deliciosa a uma cerveja sem muito brilho!

Creio que a experiência, a persistência, o tempo e a mente livre de preconceitos sejam as chaves para a mudança de paladar. Logo, creio que é possível sim, mudar nossos conceitos. Com certeza, reconstruímos dia-a-dia, as nossas preferências em relação à cerveja.  Será que é só com a cerveja?
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Aviso aos participantes do 3o. Concurso Mestre Cervejeio Eisenbahn



Para os cervejeiros de plantão que irão participar do 3o. Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbanh segue o recado publicado no site da cervejaria:

“Futuros Mestres Cervejeiros, para quem se inscreveu neste concurso até 09/01/2010, conforme regulamento, e não recebeu a carta de instrução / inscrição, por favor, envie um e-mail para atendimento@eisenbahn.com.br solicitando-a, com o nome completo e e-mail. Obrigado.”

O recado está dado!! Lembrando que o concurso será no dia 30/03/2010 e as garrafas com as preciosas cervejas devem ser encaminhadas até 5 dias antes do julgamento, conforme as regras do regulamento.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pudim de Pão de Queijo (por Ela do Em Geral)


Imagens: Do blog Em Geral

Em setembro de 2009, uma receita do Pão e Cerveja foi matéria de uma postagem do blog Em Geral, cuja foto ilustra esta postagem. O Em Geral é um blog “escrito por um casal que adora leitura, cinema, culinária e viagens”. No blog “eles escrevem um pouco sobre tudo”: “Coisas Em Geral”. Vale a pena conferir...

A receita em questão é a do Pudim de Pão de Queijo, uma receita de pão de queijo de liquidificador elaborada e postada em agosto de 2009: 

“Outro dia, procurando informações sobre cervejas de marcas diferentes, encontrei o blog do Jean, o Pão e Cerveja.  Vasculhando suas receitas, encontrei uma no mínimo curiosa, a do pudim de pão de queijo, que tratei de experimentar na primeira oportunidade.”

A Ela, a autora da postagem e da elaboração da receita, deu um toque especial à receita, substituindo a ricota por queijo cottage. O resultado, pelo menos o visual, ficou muito parecido com o pudim do Pão e Cerveja. Creio, conforme comentários na postagem da Ela, que o sabor e a textura, tenham também ficado semelhantes. A Ela ainda criou moda tostando o pudim numa sanduicheira, o que conferiu um toque especial às fatias, que ficaram com “ranhuras queimadinhas” que “deram uma cara apetitosa e suculenta”.

Seguem as fotos da postagem Pudim de Pão de Queijo do Em Geral:


   Imagens: Do blog Em Geral

O blog também já publicou uma receita de pão de queijo elaborado numa sanduicheira, a qual ainda não testei. Fica aqui registrado o nosso agradecimento ao Em Geral e, especialmente, à Ela, por ter reproduzido tão brilhantemente uma receita elaborada no Pão e Cerveja.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Pipis (moelas ao molho de tomate e cerveja)

Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

O magnífico blog Tertúlia de Sabores completou dois anos, de muito sucesso, diga-se de passagem, no último dia 20 de novembro. Na ocasião, a sua autora, a inspiradíssima Moira, promoveu um passatempo, aonde convidava a todos os leitores a sentar-se à mesa do Tertúlia. Para tal, eles teriam que escolher e elaborar uma das receitas postadas e publicar os seus resultados nos seus respectivos blogs, mencionando que estavam participando do passatempo do 2º Aniversário do Tertúlia de Sabores.

Eu, diante do pouco tempo que me resta para ler os blogs amigos, os quais não leio com a freqüência que gostaria, somente soube do convite em dezembro. Mas antes tarde do que nunca... Como eu já havia elaborado, uma das receitas do Tertúlia de Sabores, e já fazia algum tempo, prometi à Moira que a publicaria aqui no Pão e Cerveja. Entretanto, elaborei novamente a receita no mês passado, sendo as fotos que ilustram esta postagem deste último preparo.

A receita elaborada chama-se Pipis, denominação dada a um ensopado de miúdos de frango, que pelo que aprendi, trata-se de um petisco, comum em Portugal, servidos nos bares e consumido com pão, conforme o comentário da Moira:

“Caro Jean Claudi,
Fiz uma breve pesquisa mas não consegui encontrar a origem deste nome, desde sempre que o ouvi chamar assim e creio que o mesmo nome é usado de norte a sul do país. Certo é que este petisco aparece em qualquer tasca (boteco) do país e não tem grandes variações na receita, embora há quem os faça com cerveja e se experimentar vai ver que ficam igualmente bons. Come-se durante todo o ano, acompanhado com pão estaladiço e uma cerveja fresquinha.Experimente, e como se diz em Portugal: - Que lhe faça bom proveito!
Um abraço
Moira.”

A receita do Tertúlia utiliza dentre outros ingredientes, o vinho, porém conforme comentário da Moira, pode-se também utilizar cerveja. Que deixa, hein? Que bebida, ou melhor, que ingrediente interessante!!

A Moira tentou encontrar a origem do nome, o que também fiz antes elaborar esta postagem, porém nada encontrei. Buscando ajuda nas páginas do dicionário Aurélio aqui de casa, me deparei com a palavra Pipi, cujo um dos significados é: “qualquer ave, especialmente galinácea”. Pelo que indica o dicionário, a palavra é um vocábulo onomatopéico, derivado da palavra “pio”, ou seja, sua origem é o som emitidos pelas aves. Interessante...

Bem, segue a receita com as minhas adaptações:

Pipis
Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja

Ingredientes:
- 1 Kg de moela de frango;
- 1 cebola média picada;
- 2 dentes de alho picados;
- 1 folha de louro;
- 1 garrafa long neck (355 ml) de cerveja “pilsen” (utilizei Kaiser Gold);
- 1 lata de polpa de tomate;
- 1 pimentão picado;
- Sal a gosto;
- Cebolinha verde picada;
- Óleo de soja (para frigir a cebola e o alho);
- Água (se necessário).

Modo de preparo:
1) Lave e limpe as moelas. Reserve-as;
2) Aqueça um fio de óleo de soja numa panela;
3) Adicione a cebola e os alhos e deixe-os frigirem;
4) Adicione a polpa de tomate, o louro e o pimentão e deixe levantar fervura;
5) Após, adicione as moelas e a cerveja e deixe, novamente, levantar fervura;
6) Tampe a panela e deixe em fogo brando até as moelas cozinharem. Observe o cozimento e, caso necessário, adicione água para evitar a queima do molho e das moelas;
7) Adicione a cebolinha picada e sirva.

Observações:
- Prato simples e extremamente saboroso, pelo menos para quem gosta de moelas. Aqui em casa sou o único fã;
- Utilizei uma cerveja mais maltada, porém não percebi o gosto da cerveja na receita. Creio que a moela por ter um sabor forte, acaba anulando o sabor da cerveja;
- Fica a pergunta: Será que fica melhor com vinho?

Obrigado Moira, por compartilhar a receita. Fica aqui registrada a singela homenagem ao 2° aniversário do Tertúlia de Sabores.
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