Com certeza, cerveja é muito melhor do que sapato!! Todos concordam?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Cerveja versus sapato. As percepções de cada um...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
WORKSHOP PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL EM JOINVILLE/SC
- Produção de uma cerveja artesanal utilizando um kit de extrato de malte importado, conduzida com a colaboração de membros da ACervA Paranaense;
- Visitação guiada às antigas instalações da fábrica da Antarctica, com a participação especial de um de seus mais importante mestres-cervejeiros ainda em atividade, o Sr. Curt Zastrow, atual mestre-cervejeiro da microcervejaria ZeHn Bier de Brusque;
- Palestras técnicas e culturais à respeito do universo da cerveja apresentadas por profissionais e convidados especiais como: Sr. Elmar Schmitz, mestre-cervejeiro da microcervejaria OPA Bier de Joinville; Sr. Cláudio Zastrow, mestre-cervejeiro da microcervejaria Schornstein de Pomerode; Sr. Paulo Bertiol (Feijão), cervejólogo e autor do blog especializado oBIERcevando;
- Degustação de cervejas artesanais produzidas e oferecidas tanto por cervejeiros participantes, como, sobretudo, pela microcervejaria OPA Bier;
- Exposição de produtos, matérias-primas e equipamentos artesanais;
- Sorteio de brindes cervejeiros;
- Comercialização de suvenires.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Pão de banana
Imagem: Dos autores do <www.paoecerveja.blogspot.com>
Segue a receita modificada em gramas (também segue uma equivalência aproximada em medidas caseiras: 1 xícara de chá = 200 ml; uma colher de chá = 5 ml):
Pão de Banana
Ingredientes:
- 270 g de farinha de trigo (aproximadamente 2 xícaras de chá);
- 160 g de açúcar (aproximadamente 1 xícara de chá);
- 10 g de fermento químico (aproximadamente 1 colher de sopa);
- 2 g de sal (aproximadamente 2 colheres de chá);
- 200 g de bananas maduras sem casca amassadas (aproximadamente 1 xícara de chá ou aproximadamente três bananas médias);
- 100 g de óleo de soja (aproximadamente ½ xícara de chá);
- 100 g de ovo (aproximadamente dois ovos);
- Óleo de soja para untar a(s) forma(s);
Modo de Preparo:
- Misture todos os sólidos (trigo, açúcar, fermento e sal); -Acrescente as bananas amassadas e misture até incorporá-las à massa.
- Acrescente os ovos, incorporando-os à massa;
- Acrescente o óleo e misture-o até incorporá-lo;
- Colocar a massa até a metade do volume da(s) forma(s), que deve estar previamente untada com óleo de soja. Os pães geralmente dobram de volume após o cozimento.
- Assar em forno pré-aquecido a 200ºC por aproximadamente 40 minutos ou até dourar.
Imagem: Dos autores do <www.paoecerveja.blogspot.com>
Os pães apresentaram-se muito saborosos, diferente de outros pães de banana que já havia degustado, por não ter um sabor tão acentuado da fruta. Fiz a receita com banana branca e com banana caturra e os resultados são semelhantes, ou seja, muito bons. Para o pão ficar mais branco, pois a banana dá um tom escuro à massa, assar o pão logo após a homogeneização de todos os ingredientes. Quanto mais a massa demora a ir ao forno, mais ela escurecendo, pela oxidação da banana, e mais escuro ficará o pão.
Imagem: Dos autores do <www.paoecerveja.blogspot.com>
Observações:
1) A mistura antes da adição das bananas é seca, com aparência de farofa, porém vai mudando de aspecto, tornando-se mole;
2) Ao término da incorporação dos ovos, a massa está meio mole e parece até que não necessitará do óleo;
3) Aparentemente quando se mistura o óleo à massa, a quantidade parece excessiva, porém misturando-o bem, consegue-se incorporá-lo integralmente à massa;
4) Com esta quantidade de massa, é possível fazer um pão utilizando uma forma com furo no meio com 22 cm de diâmetro ou uma forma de pão de 10 x 26 cm. Pode-se também fazer dois pães, utilizando-se duas formas de pão de 9 x 20 cm;
5) Todas às vezes que utilizei forma revestida com teflon, as laterais dos pães elaborados sempre queimaram um pouquinho, para o mesmo tempo de forno (ver lateral do último pão da foto que abre esta postagem). Ficar de olho no pão, caso utilize este tipo de forma.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Cerveja Bock
E um dos estilos que gosto muito é o Bock. "A cerveja Bock é originária da cidade de Einbeck(...). Recriada em Munich a partir do século 17. O nome Bock vem da corrupção de "Einbeck" no dialeto bávaro e foi usado somente depois que a cerveja veio para Munich"
(Retirado de - http://www.bjcp.org/2008styles/style05.php - Tradução livre dos autores).
Ainda vale comentar que Bock em alemão significa bode, o que justifica a presença do animal em muito rótulos.
De acordo com a BJCP (www.bjcp.org) o estilo ainda é subdividido em quatro sub-estilos:
5A - Maibock/Helles Bock
5B - Traditional Bock
5C - Doppelbock
5D - Eisbock
Aquele sabor de uma bock vem de um processo chamado de decocção, onde se retira parte do malte+mosto da brassagem, ferve durante algum tempo e retorna-o à brassagem. Pode ser feito uma, duas ou três vezes chamando-se respectivamente de decocção simples, dupla ou tripla. Isto se fazia antigamente por conta da má qualidade dos maltes, conseguindo uma eficiência maior na brassagem.
No processo de decocção, ocorre com mais intensidade a reação de Maillard do que na fervura, formando as melanoidinas responsáveis pelo sabor de cerveja bock.
"A reação de Maillard é uma reação química entre um aminoácido ou proteína e um carbohidrato reduzido, obtendo-se produtos que dão sabor, odor e cor aos alimentos. O aspecto dourado dos alimentos após assado é o resultado desta reação de Maillard.(...)Dependendo dos tipos de proteínas e açúcares que compõem o alimento, o processo produz resultados diferentes quanto ao aspecto, cor e sabor. Estas características são diferentes entre um bolo assado e um frango assado, por exemplo.(...)A reação que ocorre no processo de Maillard é diferente do processo de tostamento e caramelização. No tostamento ocorre uma reação de pirólise do carboidrato (desidratação térmica) e na caramelização ocorre uma desidratação, condensação e polimerização do carboidrato. Em nenhum dos dois casos ocorre o envolvimento das proteínas." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Reação_de_Maillard).
Não sou conhecedor do assunto (reação de Maillard) e portanto não posso comentá-lo a fundo.
Todas as minhas tentativas foram tentando chegar a uma Traditional Bock e contarei um breve histórico das minhas produções:
1ª produção: Ficou muito boa, pena que não era nem de longe uma bock. Acabou sendo minha primeira versão da Oktoberfestbier.
2ª produção: Percebi na primeira leva que tinha que colocar mais malte Melanoidina. Como o próprio nome do malte sugere, gostaria de ter mais sabor das melanoidinas e por isso coloquei em torno de 22% do total de grãos em peso, sendo que o máximo recomendado era de 20%.
Outra vez ficou uma bela cerveja, mesmo com seus 7% de álcool. Mas ainda não tinha chegado aonde queria.
E agora descreverei a última leva de bock até então, usando o método da DECOCÇÃO.
Pela foto abaixo podemos observar que é mais complicado fazer pela maior "demanda" de espaço e equipamentos.
Basicamente fiz a primeira e a segunda rampa de temperatura de brassagem que uso (45°C e 55°C). A idéia era retirar parte do mosto+malte em 55°C, ferve-lo e recoloca-lo na panela de brassagem, ajudando a aumentar a temperatura para a próxima etapa e fazer novamente no próximo degrau de temperatura.
Chegando no final coloquei para fermentar o mosto e foi quando retirei uma amosta para observar a cor: infelizmente não obtive o resultado desejado!
Depois de fermentado tive uma confirmação da constatação acima. A cerveja ficou com 6% de álcool em volume e bom conjunto. Não poderei comentar mais sobre ela porque ainda está carbonatando e não a coloquei em garrafas. Tudo bem, no minímo ficará uma boa Helles bock, tentarei na próxima vez.
domingo, 29 de março de 2009
Eisenbahn Lust

Imagem: Dos autores do Pão e Cerveja
No site da cerveja - sim, a Eisenbahn Lust tem o seu próprio site Eisenbanh Lust - pode-se conhecer mais sobre o seu processo de fabricação e como melhor realizar a degustação. No site encontramos os dizeres "A sensação de degustá-la é indescritível", e felizmente, pelo menos na minha impressão pessoal, o apelo de marketing é realmente verdadeiro.
Existem poucas cervejarias no mundo que comercializam cervejas elaboradas pelo método champenoise. No Brasil, a única é a Eisenbahn. Segue alguns links destas cervejarias:
quinta-feira, 26 de março de 2009
Por um Brasil Cervejeiro Melhor
Por um Brasil Cervejeiro Melhor (por Marco Falcone)
Amigos,
Venho falar a todos vocês sobre um tema de alta relevância. Peço que leiam com atenção pois isto é a sobrevivência ou a morte da cultura cervejeira no Brasil.
Depois de décadas de impedimento, de obscuridade e de privação com relação à livre escolha com relação às cervejas especiais (chamo estas décadas de "os anos de chumbo da cerveja"), como todos vocês já sabem, surgiu no Brasil, como na Europa e América do Norte há poucos anos esta magnífica e exuberante revolução das cervejas artesanais. Não perderei tempo com este histórico pois já é de conhecimento de todos.
Particularmente, nós da Falke Bier entramos de cabeça, largamos tudo, nos dedicamos ao máximo não só em prol de nossa cervejaria, mas também em prol da cultura cervejeira no Brasil. Fizemos em Minas um movimento pesado, organizamos o setor de cervejas no Sindbebidas e ajudamos a criar no SEBRAE uma pasta específica para o setor das micro cervejarias englobando também as cervejas caseiras. Abrimos nossa cervejaria à todos que quizessem conhecer, acompanhar o processo. Arrebatamos dezenas e dezenas de novos aficcionados.
Em termos nacionais, incentivamos a formação de várias Acervas, apoiamos e patrocinamos todos os Concursos Nacionais, desde o primeiro no Rio de Janeiro, em 2006, quando enviamos um barril de Red Baron. Temos contribuido de forma aberta com vários foruns, inclusive no Orkut.
Incentivamos e trouxemos de volta para o movimento figuras como o Mestre Paulo Schiaveto, que hoje é grande referência não só no Brasil, como no mundo. Isto, para não citar outras ações, como cursos, palestras, harmonizações dirigidas, que devem estar na memória da maioria de vocês.
Ousamos formulando receitas especiais, lançamos o primeiro chopp comercial com o malte torrado na própria fábrica. Formulamos a primeira cerveja Tripel comercial fabricada no país. Partimos para outros estilos, investimos pesado em uma IPA também objetivando dar acesso a todos a esta diversidade de estilo, isto tudo, apesar dos abusivos impostos que éramos obrigados a arcar, com se fôssemos grandes cervejarias, ficando claro a injustiça com relação ao poder contributivo, para empresas de tão pequeno porte.
Isto também ocorreu com as demais micro cervejarias do Brasil, cientes da necessidade da expansão da cultura cervejeira no país. Quem não sabe das investidas fantásticas da Colorado, ousando incrivelmente, da Bamberg com sua diversificada carta, da Backer, da Krug (Austria), da Wäls com fantásticas cervejas, da Dado, Schmitt, da Abadessa, a Coruja, nem vou me extender para não cometer a injustiça do esquecimento, mesmo sabendo que já estou incorrendo nesta falha.
Também obtiveram crescimento outros atores da cadeia produtiva, como os fornecedores de matéria prima, de equipamentos, consultores como a fantástica Cilene Saorim entre outros (olha eu novamente cometendo injustiça por ouvidar nomes), publicações diversas, bares e restaurantes especializados em gastronomia, sobretudo os de cervejas especiais, delikatessens, supermercados gourmet, fornecedores de acessórios, etc.
Fantástico o momento, não? Não. O Governo federal resolveu acabar com isto tudo. Promulgou, a partir de 1o. de janeiro deste ano uma lei, injusta e confiscadora que promoverá a curto prazo a inviabilidade de nossa atividade no Brasil. Mata os fabricantes existentes e aborta os fetos que são os homebrewers. Sobrarão alguns poucos na informalidade.
Na verdade, atendendo a interesse de que nem sei de quem, foi criada uma pauta para os tributos federais (PIS, COFINS e IPI - Leis 11.727 e 11.827) que oneraram inacreditavelmente todos os micro cervejeiros no país. Isto em um momento de crise, em que inclusive, alguns setores da economia tem sido contemplados com isenção de IPI.
Para tentar reverter esta situação, reunimos algumas micro cervejarias, no mês de dezembro passado (2008), em São Paulo, mas ainda nos encontrávamos nocauteados, não obtivemos um norte naquela reunião.
Progredindo na tentativa de reação, cada micro cervejaria passou a pesquisar, consultar suas bases jurídicas e tributárias e debater via e-mail uma solução. Com a recente consolidação da ASCASC - Associação das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina, dotada de uma excelente organização e com um significativo número de integrantes, e ainda, da proximidade com o Rio Grande do Sul, outro estado que envolve um grande número de micros (25, segundo o Gustavo da Schmitt), além da proximidade do Sudeste, realizamos ontem, dia 20 de março, uma reunião que pode ser o marco de uma reviravolta desta derrama que o governo está promovendo em nosso setor.
Com presença das Micro Cervejarias Schornstein (SC), Zenh Bier (SC), Saint Bier (SC), Euro Bier (RS), Cervejaria da Ilha (SC), Schmitt Bier (RS), Ralf Bier (RS), Wäls Bier (MG), Krug Bier (MG), Colorado (SP), Fake Bier (MG), Opa Bier (SC), Borck (SC), Bier Land (SC), Das Bier (SC), Sud Brau (RS), além dos Advogados Jorge Glitzer, presidente da Acerva Gaúcha e do José Cândido Borba, Advogado Tributarista, também distribuidor de cervejas especiais, residente em Florianópolis.
Nosso propósito é nos municiar de todos e quaisquer argumentos, de toda e qualquer prova da inviabilidade que nos impingiram, formulando, além de planilhas abertas para cada micro cervejaria, para cada Estado uma documentação comprobatória da situação.
Temos a favor - O que ocorrerá com o setor se obtiver tratamento tributário justo:
- Maior número de micro cervejarias, com a adesão de um grande número de empresas atraídas pela viabilidade do empreendimento;
- Maior número de empregos/litros de cerveja, e também relativo aos empregos indiretos;
- Valorização da mão-de-obra local com especialização;
- Diminuição da informalidade no setor;
- Incremento no setor gastronômico, com novas oportunidades para bares e restaurantes;
- Aumento de produção e consequentemente vendas, nas empresas já estabelecidas;
- Ampliação da oferta de estilos, consolidando o país como uma nova escola cervejeira;
- Maior oferta aos amantes, apreciadores e degustadores, que passarão a consumir o produto nacional em detrimento das importadas;
- Possibilidades de exportação, ampliando as fronteiras do país;
- Beneficiamento signigicativo do turismo em todos os Estados contemplados;
- Resgate histórico e cultural de uma cultura milenar que está enraigada no brasileiro;
- Estímulo ao consumo responsável, já que cerveja artesanal se consome em menores volumes.
- Benefícios à saude, já que são bebidas ricas em complexos vitamínicos e não utilizam conservantes e produtos químicos lesivos;
- Embora o álcool em quantidades elevadas possa ser nocivo, no caso das cervejas artesanais o estímulo é pelo consumo reduzido;
- Aumento na arrecadação de impostos.
Contra - O que ocorrerá com a manutenção do novo regime tributário:
- Retração de novos empreendedores;
- Aumento da informalidade;
- Privação dos amantes,degustadores e apreciadores em geral das novas e excelentes cervejas, obrigando-os ao velho cartel;
- Retração em toda a escala produtiva, inibindo aumento nos empreendimentos;
- Estancamento desta nova atividade cultural, histórica e turística;
- Prejuízo para todos, inclusive para o poder público.
Consideramos ainda que a perda arrecadatória com o atendimento a nosso pleito é insignificante à Receita, somos apenas 0,18% da tributação nacional, e que os ganhos com a adesão de novos empreendedores superam significativamente.
Fundamentada a idéia, gostaria de solicitar a colaboração de todos da cadeia produtiva. Em breve estaremos lançandos acões, manifestos, abaixo-assinados, até participação em passeatas, tudo que possa mostrar a força de nosso movimento.
Na reunião do dia 20, formamos algumas comissões para transformar em números e planilhas o que foi aqui exposto. Estamos com nova reunião marcada, para consolidar isto tudo no dia 24 dia abril, em Florianópolis, na FIESC, mesmo lugar.
Solicitamos a todos sugestões, contribuições com análises ponderadas, vislumbramento de canais que viabilizem nosso pleito.
Vamos à luta, amantes da boa cerveja. Divulguem à todos de boa razão.
Um abraço, e "Pão e Cerveja!"
Marco FalconeMicro Cervejaria Falke Bier(31)8483.9046 Fax (31)3624.8439
visite nosso site: www.falkebier.com.br
segunda-feira, 23 de março de 2009
Pão de Queijo (por Michelle)
Imagem: Dos autores do blog <www.paoecerveja.blogspot.com>
Parabéns, Michelle, e muito obrigado pelo belo presente. PS.: Não lhe disse que era fácil?
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Gräbenwasser MalzBrot (Pão de Malte)
Receita:
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Calzone Integral 2/5
O calzone é um produto típico da região centro-sul italiana. Na Itália, também é denominado panzerotto ou panzarotto. O calzone pode ser frito ou assado. Aqui no brasil, até aonde conheço, os calzones são sempre assados. O calzone é originário da região da Apúlia (Puglia, em italiano) e elaborado com a mesma massa da pizza. Seu formato é o de uma pizza dobrada ao meio (formato de meia-lua) e com as bordas seladas, o que facilitam o consumo de forma manual.
REGIÃO DA APÚLIA - ITÁLIA
Imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/87/ItalyPuglia.png
Dizem que o calzone originou-se do fechamento de uma pizza, com o intuito de facilitar o seu consumo. Dizem que tal idéia surgiu de um homem que gostava muito de jogar baralho e de comer pizza, porém não gostava de parar os seus jogos para comer. Logo, da necessidade, surgiu uma pizza fechada, própria para consumir com uma das mãos, já que na outra, o dito homem, segurava as suas cartas. Transcrevi este parágrafo baseado nos resquícios existentes na minha memória de um encarte do Minikalzone (rede de fast food, originária de Florianópolis e espalhada pelo Brasil), o qual li faz tempos.
Nos países de língua espanhola, existem a empanada. Produto similar ao calzone, porém de origem árabe, proveniente da época do domínio árabe na península ibérica na idade média. E agora? Quem veio primeiro: o calzone ou a empanada? Aceito sugestões...
Há tempos faço calzones em casa e sempre com a mesma receita. Tinha na dispensa, um pouco de farinha de trigo integral e tentei inovar substituindo 2/5 (duas xícaras de chá) da farinha de trigo da receita por farinha de trigo integral. Ficou muito bom, mas para os não fãs de produtos integrais, que podem achar a massa um pouco "amarga", sugiro utilizar somente 1/5 (uma xícara de chá).
Os recheios podem ser os mais diversos, dependendo somente do gosto do freguês. Aqui em casa nunca pode faltar o "quatro queijos" (requeijão, provolone, mussarela, parmesão e orégano). As quantidades que coloco de cada ingrediente são determinadas na hora e impiricamente, geralmente dividindo o volume do recheio igualmente entre o requeijão, a mussarela e o provolone. O parmesão e o orégano são colocados como complemento, algumas pitadas, só para dar um "gostinho". Também fiz recheio "calabresa" (mussarela, requeijão, calabresa, parmesão e orégano) e " brócolis" (mussarela, requeijão, brócolis e tomate, parmesão e orégano). No caso destes recheios, uso geralmente a mesma proporção, 1/3 para cada recheio que considero essencial e o restante como "complemento". Logo, nos três recheios, o dito complemento foram o parmesão e o orégano, da qual utilizei algumas pitadas em cada calzone.
Calzone Integral Dois Quintos
Imagem: Dos autores do blog <www.paoecerveja.blogspot.com>
A receita original é antiga e denomina-se Minicalzone, tenho-a impressa datada de 20/08/2002, cuja fonte era a Revista Água, apud Terra "http://portal.terra.com.br/culinaria/receita...", porém o link não é mais válido. Procurando pela internet, há receitas de calzone muito semelhantes a esta do Terra/Revista Água, porém não sei qual delas é realmente a mais antiga e quem é a fonte de quem. Este é um dos problemas da internet, a falta da fonte da informação, além da apropriação indevida de autorias.
Massa:
- 3 xícaras de chá de farinha de trigo (Obs.: 1 xícara de chá = 240 ml);
- 2 xícaras de chá de farinha de trigo integral;
- 10 gramas (um envelope) de fermento biológico seco instantâneo;
- 1 colher de sopa de açúcar;
- 1 colher de sobremesa de sal (ou sal a gosto);
- 1 xícara de chá de leite morno;
- 1 ovo;
- 10 colheres de sopa de óleo de soja;
- Oléo de soja para untar a(s) forma(s);
- Água, se necessário, caso a massa fique muito dura.
Modo de preparo:
O resultado foi muito interessante. O pessoal aqui de casa adorou. Lembro que pode ser utilizado menos farinha integral, o que garantirá uma massa mais branquinha e com menos amargor. Para quem gosta de produtos integrais, o produto está perfeito, é possível até aumentar a quantidade de farinha de trigo integral. Com esta massa elaborei 17 calzones com 18 cm de diâmetro.
Mais informações sobre calzone ou empanada, favor acessar os links abaixo:
- http://en.wikipedia.org/wiki/Calzone;
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Calzone;
- http://it.wikipedia.org/wiki/Panzerotto;
- http://es.wikipedia.org/wiki/Empanada;
- http://en.wikipedia.org/wiki/Empanada.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Cerveja Licher Weizen - Presentes de Natal - Parte 1
Ganhei, coincidentemente, de presente de Natal, dois conjuntos de cerveja Licher Weizen. Como o prório nome da cerveja informa, trata-se de cerveja de trigo (weizen é "trigo" em alemão). E no rótulo ainda está escrito em inglês: "wheat beer", ou seja, cerveja de trigo. A imagem da espiga de trigo no rótulo também já diz tudo, né?
O conjunto composto de duas cerveja Licher de 500 ml, dois copos de 500 ml e duas bolachas, ganhei da Michelle.
O outro conjunto, composto de uma cerveja Licher de 500 ml, um copo Licher, ganhei do Nezi.
Prezados amigos, agradeço pelos GRANDIOSÍSSIMOS presentes!!
Imagem: Dos autores do blog <http://www.paoecerveja.blogspot.com/>
A Licher Weizen é fabricada pela Cervejaria Licher, na cidade de Lich na Alemanha. Licher significa "de Lich", "natural de Lich", ou seja, traduzindo para o popular "Lichersense" ou seria outro adjetivo? As cervejas Licher são importadas pela importadora Stuttgart, sediada na cidade de Blumenau, Santa Catarina.
Imagem: Dos autores do blog <http://www.paoecerveja.blogspot.com/>
A Licher Weizen obedece a lei de pureza alemã de 1516 ("Deutsches Reinheitsgebot") e possui teor alccólico de 5,4%. Segundo os critérios da BJCP, a Licher Weizen é considerada uma Weizen/Weissbier (BJCP 15A). É uma cerveja não filtrada ("Hefe"), ou seja, o fermento está dentro da garrafa, o que caracteriza turbibez na cerveja quando colocada no copo.
As impressões sobre a degustação serão assuntos de uma nova e futura postagem.
Maiores informações sobre a Licher Weizen: Cervejaria Licher; Cerveja Licher Weizen.

